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	<title>Comentários em: M. Antonioni &#8211; «Il grido» (o mote)</title>
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	<description>Aspiro ao poder da glossolalia, é essa a natureza da minha «dúnamis», delivrar, criar a arte de ser lugar de passagem.</description>
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		<title>Por: IO</title>
		<link>http://apor.wordpress.com/2007/07/31/cinema-3-il-grido-o-mote/#comment-269</link>
		<dc:creator>IO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2005 17:30:38 +0000</pubDate>
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		<description>Só te vim cumprimentar (acabo de chegar, depois hei-de ler), o teu blog é muito bonito!!, beijo, IO (chuinga).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só te vim cumprimentar (acabo de chegar, depois hei-de ler), o teu blog é muito bonito!!, beijo, IO (chuinga).</p>
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		<title>Por: Madalena</title>
		<link>http://apor.wordpress.com/2007/07/31/cinema-3-il-grido-o-mote/#comment-256</link>
		<dc:creator>Madalena</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2005 18:57:25 +0000</pubDate>
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		<description>Tanto sentido estético! Tanto apelo às profundezas de cada um!&lt;br/&gt;Tanta inspiração! &lt;br/&gt;De post para post nem se respira!&lt;br/&gt;Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto sentido estético! Tanto apelo às profundezas de cada um!<br />Tanta inspiração! <br />De post para post nem se respira!<br />Um abraço!</p>
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		<title>Por: JRD</title>
		<link>http://apor.wordpress.com/2007/07/31/cinema-3-il-grido-o-mote/#comment-255</link>
		<dc:creator>JRD</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2005 17:42:03 +0000</pubDate>
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		<description>Aqui a paisagem não é mentirosa, é vazia como o interior do homem que nela se projecta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui a paisagem não é mentirosa, é vazia como o interior do homem que nela se projecta.</p>
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		<title>Por: JJ</title>
		<link>http://apor.wordpress.com/2007/07/31/cinema-3-il-grido-o-mote/#comment-254</link>
		<dc:creator>JJ</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2005 15:40:28 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto!!! Profundo! Muito profundo, em particular o último parágrafo que captou a dualidade interactiva existência/sentimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta proposta faz-me lembrar o célebre paradoxo de Mach (físico do séc. XIX) que se baseia no princípio da relatividade do movimento:devido à inércia, quando travo de repente, sou projectado para a frente; mas reciprocamente, e continuo a falar no plano estritamente físico-matemático, pode dizer-se que é o Universo inteiro (!!!) que se desloca contra mim... (esta questão ainda não está satisfatoriamente resolvida, tanto quanto eu saiba): isto sugere que há uma incrível unidade entre o sujeito/observador e o Universo que o rodeia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A realidade não existe para além do sujeito; existe com ele e certamente para ele. E assim, o sujeito, ao sentir(-se), ao (trans)figurar-se a partir do em-si, (trans)figura necessariamente o seu universo complementar (fora-de-si): deste modo, não é só o seu olhar que muda mas a dos outros, também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caro Carlos Almeida, gostaria ainda de analisar uma frase-chave deste texto &quot;alienação&quot; mas o comentário vai longo e certamente já abusei da sua paciência, pelo que me penitencio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto!!! Profundo! Muito profundo, em particular o último parágrafo que captou a dualidade interactiva existência/sentimento.</p>
<p>Esta proposta faz-me lembrar o célebre paradoxo de Mach (físico do séc. XIX) que se baseia no princípio da relatividade do movimento:devido à inércia, quando travo de repente, sou projectado para a frente; mas reciprocamente, e continuo a falar no plano estritamente físico-matemático, pode dizer-se que é o Universo inteiro (!!!) que se desloca contra mim&#8230; (esta questão ainda não está satisfatoriamente resolvida, tanto quanto eu saiba): isto sugere que há uma incrível unidade entre o sujeito/observador e o Universo que o rodeia.</p>
<p>A realidade não existe para além do sujeito; existe com ele e certamente para ele. E assim, o sujeito, ao sentir(-se), ao (trans)figurar-se a partir do em-si, (trans)figura necessariamente o seu universo complementar (fora-de-si): deste modo, não é só o seu olhar que muda mas a dos outros, também.</p>
<p>Caro Carlos Almeida, gostaria ainda de analisar uma frase-chave deste texto &#8220;alienação&#8221; mas o comentário vai longo e certamente já abusei da sua paciência, pelo que me penitencio.</p>
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