A propósito destes dois textos (Intertextualidades e Língua “artística” e língua “natural”?, a ler e reter) eu não gastaria muita tinta, diria simplesmente que a «complexidade da experiência» deles é tão pobre que a sua suposta «complexidade da linguagem» não passa de mero strippismo, stuck:
Por acaso, tinha aqui à mão umas páginas de um jornal inspirador, o Correio da Manhã, que nos seus classificados traz pérolas “marginais” e literárias como estas:
«Bocas mágicas gulosas natural completas primeira vez latejantes pass/act botões rosa curvas a sério pinguelinho grandíssimo…»
Será preciso continuar?
Imagem: Charles Thomson, Stripper
