Mais um defensor acérrimo do Acordo Ortográfico que desortografa. Ali abaixo (e não vi ninguém protestar, mesmo tendo eu indicado a ligação como boa), onde remeto para o referido texto, pode ler-se, designadamente este DESACORDO: «6º) Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente.
Exemplo: Anvers, substituíndo por Antuérpia; Cherbourg, por Cherburgo; Garonne, por Garona; Genève,
por Genebra; Justland, por Jutlândia; Milano, por Milão; München, por Muniche; Torino, por Turim;
Zürich, por Zurique [...]» etc., acrescento eu.
E redobrado DESACORDO no Portal da Língua Portuguesa. Quem nos salvará do desacerto! Talvez este aerograma.
E não comprem aquela «coisa» da Texto Editores à venda em todas as estações dos C.T.T., o novo acordo ortográfico, da autoria de Pedro Dinis Correia e João Malaca Casteleiro. É deitar dinheiro à rua.
