* Uma das categorias em que divido os meus posts.
Explicação a certas aves de arribação: no sentido que Nietzsche lhe dava, ou seja, a contrario, a modernidade, que se configurava para ele, e para mim, como «doença histórica», como um tempo em que nada chega a ganhar «maturidade», ou no de W. Benjamin, como um tempo de declínio da experiência. Ou ainda, no sentido da Cacânia de Musil, um mundo em que já não há acontecimentos, mas notícias. Cruze-se este último mundo com o do Orwell de 1984 e teremos o actual Reino da Tautologia.
Por quem sois, pois, minhas senhoras, meus senhores, em breves palavras, está dada a informação, como gostais, em parcas palavras, que não sois, por certo, de gastar muito a vista; e por favor, ide dar milho aos pombos enquanto faço a sesta.
Imagem: Abranowicz, Cadeira e Mesa
