Há bordados, mas também botões de punho, e muito lustre, lustro e lustrina.
Em todo o caso, lembrei-me das Cartas de Marear, de Serafim Ferreira – por alturas do acordo constitutivo das Bases Analíticas da (nova) Ortografia -, livro sobre o qual Ramiro Teixeira, na sua recensão crítica na Colóquio Letras, terminava assim: «Crónica será talvez, e em particular verbalismo hierarquizado, que mais não ambiciona senão a demolição de consagradas instituições que, pela voz dos seus corifeus e próceres, se diriam apostadas em nos remeter a uma renovada, e sempre disponível, apagada e vil tristeza!»

Por mim, fiquei lustrado.